terça-feira, 1 de setembro de 2009
Efeito terapêutico
Jogar conversa fora. Andar descalça no chão geladinho. Comer chocolate e ler revista de fofoca. Dormir com três travesseiros. Ouvir música no chuveiro. Matar as saudades, nem que seja por telefone. Abraçar um amigo. Dormir com o barulho da chuva no telhado. Sentir a brisa no rosto. Acordar cedo no domingo e assistir desenho animado. Ver a família reunida. Trazer uma boa notícia. Bater palmas. Oferecer o ombro. Encontrar a solução para um problema. Cumprir uma lista de tarefas. Desejar "feliz aniversário" para uma pessoa querida. Comer o seu prato preferido, bem devagarinho. Atacar a geladeira de madrugada. Ganhar massagem nos pés. Ouvir o conselho de alguém que se importa. Caminhar sem pressa. Acordar sem despertador. Descobrir uma banda nova. Ser conduzida pelo roteiro de um bom filme. Ouvir o riso de um nenê. Sair do banho e encontrar uma toalha limpa. Abrir um presente. Quanta coisa Freud não explica...
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