Para onde eu fui
Sede do Governo de Minas projetada por Oscar Niemeyer. A foto não faz justiça ao prédio que é lindo, moderno e foi inaugurado uma semana antes de chegarmos à cidade.
Rua e muro da pousada no dia de vir embora. Só pra guardar todos os pedacinhos da viagem na mala.
Chris, Carla, eu e o meu sorriso de tigre curtindo a(o) Liberdade.
Liberdade. O bar para onde levamos nossas bocas famintas depois de assistir à palestra com a Cris Guerra. O lugar é todo iluminado por velas, a pizza é quadrada e deliciosa.
Brinde da palestra promovida pela Oi em parceria com a marca de calçados gaúcha, Tanara. As palestras aconteceram em cinco faculdades de moda de BH. A Cris Guerra foi como palestrante e nós, como convidadas especiais.
"Pela janela do carro, pela janela do carro, pela tela, pela janela"...
Uma praça, no caminho para a Lápis Raro.
Um close no Mercado Central. Tudo lá parece delicioso.
Mulher entrando, sem querer, numa fria. E eu, no Pátio Savassi, o shopping preferido em BH.
Igrejinha na Av. do Contorno. Acredite, em BH, até o relógio da igreja funciona.
Vista da igreja, tirada do alto de uma passarela para pedestres. O mais legal: os pedestres usam.
Chegamos procurando a "Pousada das Orquídeas" e encontramos a "Casa da Dona Miriam". Um casarão antigo, com piso de madeira e 12 quartos. Surpresas boas: o bairro, Sion, é pertinho de muitas coisas legais, como por exemplo, o Savassi, região repleta de livrarias, bares e gente bonita. A Dona Miriam é uma graça, cuidou de nós como se fôssemos filhas. Ganhamos três chaves, uma para cada uma, para ir e vir como se estivéssemos na nossa casa. Surpresa estranha: o café da manhã era um pão e um copo de suco de laranja (todos os dias!). Surpresa providencial: a padaria ficava na esquina e uma loja do Carrefour a poucos metros. : )
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